segunda-feira, 7 de abril de 2008

Brincar é tão natural quanto respirar, sentir, pensar

DivertidaMente é uma comédia de "brincar", longe de formalismos, o que se pretende é criar um clima propício para a interação entre o palco e a plateia. Um "objeto" artístico propício para o humor e a gargalhada. Cada história pretende levar o público a entrar num clima de gargalhada brincando com assuntos bem próximos e caricatos, até assuntos bem sérios da sociedade brasileira e do mundo. As personagens têm características que reconhecemos em alguém próximo mas envolvem-se sempre em situações hilárias. O público é convidado a viajar pelo link entre estas figuras enigmáticas.... No teatro, existem mil formas de elaborar um espetáculo, todavia, considero uma tarefa nobre fazer rir. A tragédia já é o nosso quotidiano. Sei que é uma contradição pois não sou uma "comediante" no sentido de ofício, DivertidaMente foi um grande desafio. Já atuei em diversas comédias, inclusivé em "Os segredos de Almerinda" que foi um desafio também pois fui a única mulher a desempenhar o papel do analista Walter Machado. Interpretar um monólogo é obra e mais quando são multiplas personagens. O meu trabalho, tal como referi em posts anteriores, tem sido focado no "clássico" da actuação stanislavskiana e nos posteriores a esta modalidade, Growtovski e Artaud... Quando pensamos em direção teatral, existe só um caminho, apesar das mil estéticas: Uma história a contar, uma ou diversas personagens, um percurso que acontece naquele momento da apresentação e cada dia acontece de novo.
Interpretando Simone, em "As Vedetas" de Lucien Lambert


Teatro para Bebês " O Cirquinho de Luísa" e "O Bebê e o Mar"


Os espetáculos “O Bebê e o Mar” e “O Cirquinho de Luísa” são frutos do nosso trabalho de pesquisa sobre a primeira infância, dos 6 meses aos 6 anos. Para ambos os espetáculos desenvolvemos um estudo focado no imaginário dos mais pequeninos. De entre os principais elementos da nossa pesquisa, em “O Bebê e o Mar” houve algo que foi essencial: a recepção do público no primeiro espetáculo. Cada apresentação nos demonstra algo inesperado e mágico. Nesta surpreendente viagem pelo mundo dos muito pequenos podem revelam-se sempre grandes surpresas.
É um momento mágico ver os bebês a sorrir respondendo com alegria aos apelos sensoriais dos espetáculos!

Terapia do Riso de Eduardo Lambert

"Quando sorrimos ou damos uma gargalhada emitimos uma ordem ao cérebro para que ele aumente a produção de endorfinas, substâncias químicas com poder analgésico e que dão a sensação de bem estar físico" afirma o homeopata Eduardo Lambert, autor do livro A Tearapia do Riso - A Cura pela alegria.
É provado em muitos hospitais norte americanos e brasileiros que a terapia do riso diminui em cerca de 20 por cento o tempo médio de internação. Quando se dá uma gargalhada, o ritmo do sangue acelera e aumenta a circulação de sangue no organismo, melhorando a oxigenação dos tecidos. O maior bombardeamento faz com que os vasos se dilatem e a pressão arterial baixe. Durante uma risada, acontece um aumnto de absorção de oxigénio pelos pulmões e o movimento de inspiração e expiração fica mais profundo. Com isso, eliniminamos com mais facilidade o excesso de dióxido de carbono presente no orgão. O riso também massageia o sistema gastrointestinal, já que o músculo mais exercitado durante a risada é o diafragma que fica perto do estômago e do intestino. Por fim, quem ri também fortalece o sistema inunólógico pois a risada promove uma baixa no nível de cortisol e adrenalina, dois ormónios associados ao stresse. Fonte:Vida Simples