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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Presentes de amigos presentes

Poema-Aniversário
De Paula Rego.
"Para a melhor amiga e irmã de todos os tempos ."

"Há muito te devo um poema
Que diga sobre você
Minha irmã, minha amiga, minha pequena
Motivo para cada amanhecer
Maior razão para minha alma ser serena
Muito mais do que eu poderia merecer
Para tornar a minha existência mais amena
E o meu coração nunca perecer

Minha amiga mais preciosa
Que eu vi sempre lutar com força e raça
Que eu vejo sempre tão vitoriosa
Com fé na vida e no que quer que faça

A alegria de te ter é indizível
O prazer de te ter perto é imensurável
A vida ao teu lado é tão incrível
E meu amor por você é tão inabalável
Muito mais que isso, minha amiga
É indescritível e interminável

Eu, que sempre estive do seu lado
Digo com a maior propriedade
Que se você fosse um fado
Se chamaria “Felicidade”

Já passamos por muita coisa nessa vida
E sei que muito ainda está por vir
Nossa amizade é uma rua sem saída
Com lindas árvores a florir

Eu, que já acompanhei o teu sofrer
E agora, orgulhosa, vejo o teu sorrir
Vou estar por você enquanto eu viver
Vou cantar para você dormir

E aconteça o que acontecer
Estarei do seu lado como apoio
E de braços abertos sempre te receber
Porque do meu joio, você é o trigo
E teu porto para sempre quero ser

Da minha verdade você faz parte
Com o seu amor e sua sensibilidade
Que só podem existir em quem ame tanto a arte
E veja só pureza e calor em uma amizade

Teu sobrenome é de flor
És a Rosa de muitos jardins
Mas teu verdadeiro nome é Amor
E és o mais especial dentre os querubins

Esse poema não teria mais fim
Se eu fosse falar de toda minha admiração
Porque você é pra mim
O melhor pulsar do meu coração

E se Deus um dia me perguntar
O que mais Ele pode fazer
Eu pediria sem pestanejar
Eu diria para Ele me atender:
“Por favor, Pai querido, abra o mundo pra ela passar”

E aqui termina quem escreve
Em tantas linhas o que palavras não traduzem
Mas meu desejo é que você seja sempre leve
Como os brilhos que nos seus olhos reluzem." Paula Rego

domingo, 17 de janeiro de 2010

Miscelando ideias e vinhos verdes


"Ninguém na rua, na noite fria, só eu e o luar
Voltava a casa,
quando vi que havia
luz num velho bar
Não hesitei, fazia frio e nele entrei

Estando tão longe da minha terra,
tive a sensação
de ter entrado numa taberna
de Braga ou Monção
E um homem velho
se acercou e assim falou

Vamos brindar
com vinho verde que é do meu Portugal
e o vinho verde me fará recordar
A aldeia branca que deixei
atras do mar
Vamos brindar
com verde vinho pra que eu possa cantar
Canções do Minho que me fazem sonhar
com o momento de voltar ao lar."
(Canção Popular)