terça-feira, 13 de maio de 2008

Dia da Mãe!

Quando eu era pequenino
Acabado de nascer
Ainda mal abria os olhos
Já eram para te ver.

Sex And The City e Desperate House Wives



Sex and the City é uma série popular americana baseada num livro com o mesmo nome de Candace Bushnell. A série foca nas relações íntimas de quatro mulheres que eram amigas, três das quais nos trinta, e uma, Samantha, nos seus quarenta. Uma comédia de situação com elementos de telenovela, relata muitas vezes assuntos relevantes como o estatuto da mulher na sociedade actual. Uma das minha séries preferidas!!Com Sarah Jessica Parker, Kim Cattrall, Kristin Davis...o enredo não perde nada para Desperate House Wives com as fantásticas Eva Longoria, Teri Hatcher, Felicity Huffman, Marcia Cross. Felicity Huffman recebe o Emmy de melhor atriz de um seriado de comédia.Bem merecido! Uma história da cidade, outra do subúrbio.

Uma diferença entre estes dois seriados que falam de "assuntos de mulheres" é que em Desperate House Wives existem as personagens preferidas. As minhas eleitas são Gabrielle interpretada por Eva Longoria e Lynette interpretada por Felicity Huffman.

A pré-estréia mundial do filme "Sex and the City", baseado na série homónima que virou febre nos EUA e em outros países, aconteceu nesta segunda-feira à noite, em Londres, com a presença das protagonistas. A pré-estréia em Londres será seguida da estréia em Berlim, na próxima quinta, e em Nova York, no dia 27 de maio. O filme chega aos cinemas em 30 de maio e ao Brasil em junho!! Vamos aguardar.

domingo, 27 de abril de 2008

"Mariquinha vem comigo p'ra Angola" Viagem a Angola



Mariquinha vem comigo p´r Angola
Vem ver minha terra, minha gente

Acabar com a guerra, sim de verdade
Ai que canseira, mas somos irmãos
Mariquinha vem comigo p´r Angola

Paz em Angola, mantida
Com liberdade, p´ra sermos felizes
Mariquinha vem comigo p´r Angola
Vem ver minha terra, minha gente
Acabar com a guerra, sim de verdade

Ai que canseira, mas somos irmãos
Mariquinha vem comigo p´r Angola
Paz em Angola, mantida
Com liberdade, p´ra sermos felizes

Mariquinha vem comigo p´r Angola
Vem ver minha terra, minha gente
Acabar com a guerra, sim de verdade

Ai que canseira, mas somos irmãos
Mariquinha vem comigo p´r Angola
Paz em Angola, mantida
Com liberdade. (Bonga)

O corpo moda e o corpo arte


"Quando eu era reporter" são textos que publiquei durante uma longa temporada no Jornal Universitário.

«E sempre esta cabeça, defronte, este olho ciclópico, o olho interior do espírito que a mão direita procura alcançar, tacteando.» Antonin Artaud

Como é visto o meu corpo hoje? Como visto o meu corpo hoje? As abordagens ao corpo referem sempre a forma como ele aparece à vista. Outras mais eruditas tendem a decifrar sinais que cada corpo transmite individualmente. Hoje o corpo está meio escondido por entre casacos compridos, curtos, impermeáveis, gabardinas, jaquetas ou casacos de pele. Quando se fala em «corpo» somos remetidos directamente para a moda, e lembramos que o que vestimos funciona como um uniforme social que nos identifica. O vestuário árabe, por exemplo, permaneceu o mesmo durante séculos, sem ser afectado pela moda devido à condição social estática e ao clima constante. Em Portugal o último grito da moda aparece em grandes desfiles nas ruas. Para artistas, antropólogos, modistas ou apenas simpatizantes deste assunto aqui fica o convite a visitar uma das galerias mais completas da zona do Porto – a Rua de S.ta Catarina.
Nas artes plásticas ou performativas, o corpo aparece representado de inúmeras formas, funcionando, ora instrumento ora como inspiração.
No teatro, o actor executa «acções físicas» para dar realidade concreta à sua personagem. O corpo funciona como um sistema interactivo que torna possível a comunicação de uma realidade virtual aos espectadores, visto que não é a realidade da vida, mas a de um universo imaginário. O corpo todo pensa/age com uma qualidade de energia diferente da energia utilizada no dia-a-dia, sendo a inteligência cénica do actor a sua vitalidade, a sua acção, a sua energia. Durante uma peça de teatro, tudo o que é expresso interiormente é reflectido do «bios do actor». O pensamento segue a natureza da personagem, e em função de um longo treino, o corpo flui livremente, com rapidez e de forma ordenada.
Na dança, na sua forma mais simples, o corpo é um meio de expressão natural - através do movimento se comunicam as emoções. O homem, tal como os animais, começou a comunicar-se pela dança instintivamente para celebrar fases da vida: o nascimento, a puberdade, a morte. É curioso perceber a diferença de linguagens entre o Ocidente e o Oriente. No ocidente evidencia-se os pés, no Oriente as mãos. Na dança do templos da Índia, há pelo menos 4000 mudras (posições das mãos), o bailarino indiano tem de controlar o movimento de cada dedo, independentemente dos outros. Enquanto que o bailarino de ballet ocidental dedica-se especialmente aos pés, ele tem de ser capaz de elevar os pés em suspensão e de executar com eles movimentos enquanto está no ar. Utiliza os pés como base de equilíbrio e sustentação e como instrumento de propulsão - actuam no lançamento do corpo para o ar e servem como suporte amortecedor no chão.Os estudos sobre o corpo humano mostram que o grau de movimento que um corpo é capaz depende da sua forma, do comprimento das cartilagens da flexibilidade e da força dos músculos e que, quando se movimenta, cada indivíduo possui uma qualidade musical de ritmo diferente - o que nas artes é estudado para criação expressiva de modelos, figuras ou personagens.

domingo, 20 de abril de 2008

Lhasa - À procura de algum sentimentalismo.

Vivemos num Mundo muito às pressas, é difícil pensar, raciocinar....é impossível emocionarmo-nos naturalmente. Tem de vir bater-nos à porta (ao nosso conhecimento) alguma tragédia para que nos sintamos com os pés no chão. "We float" por entre as núvens de um limbo sem sentimentos. Friamente.

Quando damos conta, é mecânico, nós não queremos isso...queremos viver de emoções fortemente positivas e executar tudo fervendo. E a um pulsar do nosso ritmo cardíaco, a uma batida do nosso coração resolvemos algo que ruminávamos há semanas a fio...

Eis uma batida sonora que explode com os sentidos. Lhasa é um praser de ouvir. LR

"Con toda palabra, Con toda sonrisa

Con toda mirada, Con toda caricia

Me acerco al agua, Bebiendo tu beso

La luz de tu cara, La luz de tu cuerpo

Es ruego el quererte, Es canto de mudo

Mirada de ciego, Secreto desnudo

Me entrego a tus brazos, Con miedo y con calma

Y un ruego en la boca, Y un ruego en el alma."

"“La Llorona” é um álbum vindo directamente do México que a cantora conheceu da infância. Do seu aspecto franzino e frágil irrompem sentimentos fortíssimos, crónicas de amor cru, de desgosto que inflama as entranhas, de calor abrasador, de almas crentes. Impressiona a sinceridade, a entrega de uma mulher que parou depois do êxito de “La Llorona” para se juntar às irmãs no Cirque du Soleil. Em “La Llorona”, Lhasa solta lágrimas quentes, murmura com doçura “Te quiero amar/Te quiero amar”. E reza, reza.. ao som das cordas e da água, gotas que a terra absorve como se fossem as últimas a cair do céu, sedenta, ressequida pelo sol ou pelos cascos de cavalos em contínuo galope. O som de Lhasa soa a fado. Os instrumentos são imensos, mesclados de forma harmoniosa, imbricados em camadas finas e delicadas de música romântica, daquele romantismo passional que motiva ciúme e paixão, que motiva sangue e fogo. Como um rendilhado feito de poeira e cheiro a terra seca, a guitarra acústica é dedilhada de forma discreta, acompanhada de cordas doces e lamentosas, doridas. Os coros, quando os há, são fantasmagóricos, como uma miragem que surge por momentos no deserto (como em “De Cara a la Parede”). A voz de Lhasa é sofrida, frágil, quente, ora chorando ora rompendo o silêncio com firmeza, cavalgando a aspereza e rudeza do amor carnal. Por vezes, as cordas transportam-nos para a Irlanda, para os Estados Unidos ou para a Turquia, tais são as suas variações e riqueza. E depois o deserto… o deserto colmata todas as faltas e serve de santuário, de confessor. É aí que Lhasa expia as marcas, a dor de um amor que já acabou. Em “El Desierto”, surge uma das mais belas ideias do álbum, pura poesia, inspiradora. “Porque el alma prende fuego cuando deja de amar”…. É impossível não nos emocionarmos a ouvir as palavras e o sentimento intenso que Lhasa passa na sua voz. Mas a cantora também envereda pelas doces baladas, indelevelmente marcadas pelas tradições musicais mexicanas. Parece até que esta influência, tão enraizada em Lhasa, se começa agora a desvanecer um pouco mais, em “The Living Road”. Em “Por Eso me Quedo” quase a imaginamos sentada à soleira de uma porta aberta, suportando o calor abrasador do deserto, acompanhada de um guitarrista de pele queimada pelo sol, cantando para os seres solitários que procuram um lugar para expurgarem a alma. Lhasa vai muito para além da musicalidade de raízes mexicanas, a própria lírica está eivada de influências ao nível do imaginário. Isso está bem visível em “De Cara a la Pared” e no magnífico “Los Peces”, este último tema dos mais eléctricos em concerto. É fantástico e precisamente aqui podemos ouvir um excerto muito próximo da música dos Madredeus. É apenas um pequeno aparte até porque a música, um tradicional mexicano, é muito mais que isso, é uma paleta imensa de instrumentos, o clarinete flutua como um louco, quase sem direcção, o acordeão junta-se mais para o final para ajudar à apoteose explosiva do tema, o ritmo acelerado até não mais e a música termina como fanfarra. Em “La Llorona”, Lhasa voa, voa como “El Pájaro”, um voo em direcção ao abismo, rodopia sobre ele, sem cair, sentindo o vento e o perigo com intensidade… “Pajarillo, tú me condenaste/ A un amor sin final”. Um amor sem fim, como um abismo. É um tema maravilhoso, a voz de Lhasa assume contornos de desespero, de entrega profunda, como em nenhum outro tema. É dos mais belos de “La Llorona”. Uma entrega quente de uma alma fogosa, cheia de paixão, de sofrimento, de desgosto e força. Esta é, pelo menos, a personagem que Lhasa constrói em cada uma das letras que escreve. Como que sempre com o coração nas mãos, Lhasa encarna o espírito, os sentimentos de outrora, como já não se sente hoje… “No, ya no se canta/ «Sin tu amor me moriré»” (“Mi Vanidad”)."

I LOVE YOU NEIDE!



Assisti à comédia de Eduardo Martini na semana passada! Foi simplesmente sensacional! É uma comédia em que tudo funciona maravilhosamente sem exageros e sem quebras de mau gosto!
Eduardo Martini mostra que é um ótimo comediante e um grande ator e leva estas duas facetas ao extremo brilhando no palco. O enredo do espetáculo é hilário e a interpretação de Martini é muito madura. O espetáculo prepara o público, qualquer piada ingénua ou rude que Martini fale é fenomenal, cai bem e não é desmesurada. Além de que o seu espetáculo é uma onda frenética de energia, qualquer espectador fica contagiado com o ritmo da cena, o ritmo do seu "Big Show" no melhor sentido desta expressão.
Martini é também uma simpatia! O ator divide palco com "Os segredos de Almerinda" na sala azul do Teatro Grandes Atores. Recomendo este espetáculo!LR
“I Love Neide!” está em cena no Teatro Grandes Atores (Shopping Barra Square - Av. das Américas, 3.555, Barra da Tijuca. O espetáculo é apresentado às sextas-feiras e sábados às 21h e, aos domingos às 20h, até o dia 27 de abril/2008. A peça tem duração de 70 minutos e a classificação é para 12 anos. Informações pelo telefone (21) 3325-1645.
"Na peça Eduardo Martini encarna a personagem Neide Boa Sorte, uma psicóloga que destila todo o seu “bom” mau humor quando trata de assuntos como a sinceridade feminina e os maus casamentos.Abordando temas atuais e divertidos, a peça acompanha a trajetória de Neide não apenas em suas consultas como psicóloga mas, também, em sua hilária viagem a Salvador onde por acidente vai parar no trio elétrico de Carlinhos Brown e na experiência surreal que vive em uma rave, até ter descoberto o seu talento como radialista e “conselheira”." Extraído do site: http://www.saudelazer.com/

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Tratamento Homeopático para a Dengue

Uma fórmula homeopática de remédio contra a dengue está circulando freneticamente pela internet. Mas o que muitos cariocas desesperados com o surto da doença não sabem é que se trata de uma fórmula em uso há nove anos, criada pela então presidente do Instituto Hahnemanniano do Brasil, Profa. Dra. Ana Teresa Doria Dreux (CRM no. 52.33019-0), hoje vice. "Desde então tratamos diversas pessoas, antes e depois de pegarem dengue, com resultados satisfatórios", diz a homeopata.Naquela ocasião, Dra. Ana Teresa e outros colegas homeopatas foram chamados à Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, por uma médica que lá trabalhava no setor de Homeopatia, Ela pediu-lhes para criar uma fórmula ou sugerir um medicamento que pudesse ajudar no tratamento da dengue. "Criei uma fórmula homeopática, que durante este tempo tem sido usada por mim e outros colegas homeopatas para prevenção e tratamento da dengue", conta.A composição é:RHUS TOX. / EUPATORIUM PERF./ CHINA OFF./ LEDUM PALUSTRE/ GELSEMIUM/ 5CH/ aã.Segundo a médica, basta levar esta fórmula à qualquer farmácia homeopática. O veículo pode ser glóbulos (sacarose), tabletes (lactose) ou gotas (alcoolatura a 30 %)."O medicamento deve ser usado como PREVENTIVO da dengue, desta forma: tomar 3 glóbulos ou tabletes ou gotas, UMA VEZ AO DIA, enquanto durar a temporada da epidemia. Isso tanto para adultos como para crianças de qualquer idade, sendo que no caso de crianças não se usa a forma alcoólica. O medicamento deve ser dissolvido lentamente na boca.Para bebês que não estão sendo amamentados, a mãe pode dissolver 2 glóbulos com uma colher de chá de água para facilitar a administração. Se o bebê estiver com MENOS de 3 meses e sendo amamentado, a mãe pode tomar 6 glóbulos antes de uma mamada que o efeito passará para o leite materno. Grávidas podem e DEVEM utilizar a fórmula."Alcoolatura a 30% é indicada para pacientes que não podem tomar açucar (diabéticos). Tomar com um pouco de água", alerta a médica." Óbvio que para crianças é mais indicado os tabletes. Para quem tem alergia a leite, use-se os glóbulos".Para TRATAMENTO, no caso de dengue ou mesmo suspeita de dengue, ministrar desta forma: tomar 3 glóbulos (ou gotas ou tabletes) de 2/2 horas, ESPAÇANDO PARA 3/3 HORAS E 4/4 HORAS, etc, aumentando os intervalos na medida que os sintomas melhorarem, ATÉ A REMISSÃO COMPLETA DOS MESMOS.Em caso de DENGUE HEMORRÁGICA, ou mesmo suspeita (isto é plaquetas abaixo de 150 000), principalmente em crianças, ACRESCENTA-SE ao tratamento acima, dois medicamentos:PHOSPHORUS, 12 CH, 4 glóbulos ou tabletes ou gotas (tomar pela manhã), e CROTALUS, 12 CH, 4 glóbulos ou tabletes ou gotas (tomar à tarde), até as plaquetas normalizarem (150 000). NÃO PARAR COM A OUTRA FÓRMULA E AGIR COM RAPIDEZ."Nos casos que tenho acompanhado, as plaquetas SOBEM rapidamente de maneira surpreendente", garante Dr. Ana Teresa. "Como todos nós, estou profundamente emocionada e chocada com o que tem acontecido ultimamente, principalmente em relação às crianças e grávidas. Por isso, resolvi divulgar minha modesta experiência ma internet".Cuidados essenciaisDr. Ana Teresa aposta na homeopatia, que, segundo ela, não dispensa nem interfere em outros cuidados médicos, mas adverte sobre a importância do combate ao vetor da dengue (o mosquito), da realização de exame soroólogico na suspeita da doença e da hidratação com soro caseiro."Deixo claro que esta é a minha experiência profissional como médica homeopata", ressalta. "Nos inúmeros casos que tenho tratado, a doença evolui de maneira branda, sem agravar ou deixar sequelas. Para os pacientes que usam a fórmula como preventivo, até hoje não houve um caso de contaminação, pelo menos a mim relatado", garante a médica.Dr. Ana Teresa passou a distribuir a fórmula todos os anos para todos os funcionários do IHB, nas épocas de epidemia e, desde então, segundo ela, "nenhum funcionário (cerca de 22) contraiu a doença, mesmo os que moravam em locais endêmicos".Alternativa ao repelentePode-se usar externamente a pomada de Ledum Palustre como repelente, que funciona de modo bastante eficaz e não traz alergias. "Mas só para quem NÃO PODE de geito nenhum usar repelente", adverte a médica.Segundo ela, uma outra boa medida de prevenção é tomar vitaminas do complexo B, que eram usadas no Vietnã pelos soldados americanos. O complemento deixa um odor na pele que afasta o mosquito, e a vitamina C reforça o colágeno e a imunidade. "Existe o Teragran Jr., uma fórmula que reúne estas duas vitaminas, para crianças, que pode ser administrado por todos", ensina. Fonte: yahoo