quinta-feira, 22 de maio de 2008

Fátima Café no Teatro Cândido Mendes


"As Aventuras de Chiquinha Maluca" é o novo espetáculo de Fátima Café em cartaz no Teatro Cândido Mendes.

"Chiquinha Maluca vive sozinha no sertão. Ela adora ler histórias de cordel sobre bicho papão. Após cada livro, ela inventa uma aventura diferente e no final os bichos viram amigos. Com isso, ela vira personagem do famoso cordel “As Aventuras de Chiquinha Maluca”.O espetáculo apresenta às crianças a literatura de cordel através de uma história recheada de aventura, ternura e riso. A partir de pesquisa minuciosa ao folclore brasileiro, especificamente aos mitos e personagens assombrosos, o espetáculo trabalha com a fantasia oriunda desse universo imaginário. O “bicho papão”, personagem muito utilizado como disciplinador de crianças, ganha contornos diferentes, sendo invariavelmente ludibriado pela personagem principal, que utiliza recursos inusitados para enfrentá-los e torná-los seus amigos.Assim, tendo como tema as fantásticas caçadas de Chiquinha Maluca a peça passeia, em forma de versos de cordel, pelo imaginário popular desvendando suas riquezas."

"A Casa da Madrinha" com cenário de Clívia Cohen


O espetáculo infantil "A casa da Madrinha" em cena no Teatro do Leblon!

"O jovem Alexandre, vendedor de picolés, abandona a escola por problemas financeiros e resolve procurar a casa da madrinha. No meio do caminho ele encontra um pavão, que se torna companheiro de viagem. Sem dinheiro e comida, eles resolvem fazer um show em praça pública onde o Pavão seria a grande estrela. Lá, eles conhecem a menina Vera. Ela embarca na aventura montada no cavalo AH. O trio percorre caminhos desconhecidos cheios de obstáculos. Depois de vencerem o medo e a escuridão, os três encontram a Casa da Madrinha, onde todos os sonhos tornam-se realidade."

É de louvar o trabalho dos jovens atores no belíssimo cenário de Clívia Cohen. Luísa e eu não resistimos em tirar uma foto com o pavão bonitão!

Cinematerapia:



Aprender a lidar melhor com os traumas atrvés do cinema!

Cheia de dramas, situações pitorescas e momentos de suspense, a vida daria um filme. Mas, muitas vezes, a sensação é de que ela já foi filmada - e é a nossa história que está sendo representada na tela. Por meio das lágrimas derramadas pelo mocinho ou dos risos causados pelo comediante, o telespectador revisita experiências, liberta-se dos medos, tem o ânimo revigorado. A história serve como pano de fundo para a representação de sentimentos ou situações parecidas.
"O cinema tem uma função catártica, purificadora", explica o psicólogo Jacob Goldberg, autor do livro "Psicologia em Curta-metragem" (São Paulo: Novo Conceito), que recomenda a cinematerapia a muitos de seus pacientes. "Assistindo a um filme, a pessoa vive realidades que o cotidiano não permite", completa.
Autoras de "Cinematerapia para a alma" (Editora Verus), Nancy Peske e Beverly West explicam, no livro, que os filmes, mais do que uma forma de entretenimento, são importantes instrumentos que podem nos inspirar a crescer e nos motivar na busca de um sentido maior para a vida.
Golberg concorda. "Assistindo a um filme, sentimos vontade de fazer um roteiro da nossa própria vida", diz.
O Hospital e Maternidade São Cristóvão, em São Paulo, promove, todos os meses, o Bate Papo no Cinema, encontro gratuito no qual é apresentado um filme. O objetivo do serviço, segundo o psicólogo Marcelo Gianini, é proporcionar reflexões sobre aspectos psicossociais do dia-a-dia.
"Os temas são diversos. Com os filmes, fazemos com que a pessoa reconheça situações do seu dia-a-dia ou da rotina de um outro alguém, proporcionando a troca de experiências e idéias sobre a melhor forma de se lidar com cada assunto", esclarece o psicólogo.
A professora Deise Ramos, de 51 anos, esteve presente na última sessão, na qual foi exibida "Quem Somos Nós?", um misto de documentário e narrativa ficcional que conecta a ciência à espiritualidade. "Acredito que um bom filme tem o poder de mudar meu estado de espírito", diz Deise, que prefere as produções européias. Segundo ela, o importante é que o filme traga um sentido profundo.
Para viver um amor
- Amélie Poulain (2001) - A excêntrica Amélie (Audrey Tautou) certamente tem um motivo para fugir de um relacionamento íntimo: seus pais superprotetores criaram a filha com medo de um súbito "mal" do coração. Porém, ela aprende a se divertir com as coisas simples, enfiando a mão num saco de cereais ou brincando com creme brulée com uma colher de chá. Mas será que ela terá a coragem de expressar seus profundos anseios, procurar amor e a intimidade e deixar para trás seu mundo de fantasia? Esse é um filme delicioso e inspirará você a aceitar seus próprios caprichos, a confiar no destino e se esforçar na busca daquilo que você merece.
Contra a ansiedade
- Um dia de cão (1975) - Se você sente que está vivendo num mundo em que as coisas só tendem a piorar, assista à história de um homem desempregado e incapaz de pagar a operação de mudança de sexo de seu namorado que tem a idéia de assaltar um banco sem ter o menor talento para o crime.

Para se reerguer
- O Mágico de Oz (1939) - Como vemos em "O Mágico de Oz", às vezes ignoramos nossas habilidades, subestimamos nossos poderes e acabamos percorrendo trilhas tortuosas através de escuras florestas, em busca de algum ser todo-poderoso que nos dê respostas e resolva todos os nossos problemas. Como Dorothy (Judy Garland), não percebemos que temos o poder e nosso interior, de voltar à fonte de nossa força e alegria sempre que quisermos. O segredo revelado neste clássico não é só que nossos magos geralmente são homens assustados, mas sim que, se quisermos sair do marasmo e ir para onde desejamos, temos que reconhecer nosso poder pessoal.

Por Lola Félix. Extraído do site do Yahoo.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Dia da Mãe!

Quando eu era pequenino
Acabado de nascer
Ainda mal abria os olhos
Já eram para te ver.

Sex And The City e Desperate House Wives



Sex and the City é uma série popular americana baseada num livro com o mesmo nome de Candace Bushnell. A série foca nas relações íntimas de quatro mulheres que eram amigas, três das quais nos trinta, e uma, Samantha, nos seus quarenta. Uma comédia de situação com elementos de telenovela, relata muitas vezes assuntos relevantes como o estatuto da mulher na sociedade actual. Uma das minha séries preferidas!!Com Sarah Jessica Parker, Kim Cattrall, Kristin Davis...o enredo não perde nada para Desperate House Wives com as fantásticas Eva Longoria, Teri Hatcher, Felicity Huffman, Marcia Cross. Felicity Huffman recebe o Emmy de melhor atriz de um seriado de comédia.Bem merecido! Uma história da cidade, outra do subúrbio.

Uma diferença entre estes dois seriados que falam de "assuntos de mulheres" é que em Desperate House Wives existem as personagens preferidas. As minhas eleitas são Gabrielle interpretada por Eva Longoria e Lynette interpretada por Felicity Huffman.

A pré-estréia mundial do filme "Sex and the City", baseado na série homónima que virou febre nos EUA e em outros países, aconteceu nesta segunda-feira à noite, em Londres, com a presença das protagonistas. A pré-estréia em Londres será seguida da estréia em Berlim, na próxima quinta, e em Nova York, no dia 27 de maio. O filme chega aos cinemas em 30 de maio e ao Brasil em junho!! Vamos aguardar.

domingo, 27 de abril de 2008

"Mariquinha vem comigo p'ra Angola" Viagem a Angola



Mariquinha vem comigo p´r Angola
Vem ver minha terra, minha gente

Acabar com a guerra, sim de verdade
Ai que canseira, mas somos irmãos
Mariquinha vem comigo p´r Angola

Paz em Angola, mantida
Com liberdade, p´ra sermos felizes
Mariquinha vem comigo p´r Angola
Vem ver minha terra, minha gente
Acabar com a guerra, sim de verdade

Ai que canseira, mas somos irmãos
Mariquinha vem comigo p´r Angola
Paz em Angola, mantida
Com liberdade, p´ra sermos felizes

Mariquinha vem comigo p´r Angola
Vem ver minha terra, minha gente
Acabar com a guerra, sim de verdade

Ai que canseira, mas somos irmãos
Mariquinha vem comigo p´r Angola
Paz em Angola, mantida
Com liberdade. (Bonga)

O corpo moda e o corpo arte


"Quando eu era reporter" são textos que publiquei durante uma longa temporada no Jornal Universitário.

«E sempre esta cabeça, defronte, este olho ciclópico, o olho interior do espírito que a mão direita procura alcançar, tacteando.» Antonin Artaud

Como é visto o meu corpo hoje? Como visto o meu corpo hoje? As abordagens ao corpo referem sempre a forma como ele aparece à vista. Outras mais eruditas tendem a decifrar sinais que cada corpo transmite individualmente. Hoje o corpo está meio escondido por entre casacos compridos, curtos, impermeáveis, gabardinas, jaquetas ou casacos de pele. Quando se fala em «corpo» somos remetidos directamente para a moda, e lembramos que o que vestimos funciona como um uniforme social que nos identifica. O vestuário árabe, por exemplo, permaneceu o mesmo durante séculos, sem ser afectado pela moda devido à condição social estática e ao clima constante. Em Portugal o último grito da moda aparece em grandes desfiles nas ruas. Para artistas, antropólogos, modistas ou apenas simpatizantes deste assunto aqui fica o convite a visitar uma das galerias mais completas da zona do Porto – a Rua de S.ta Catarina.
Nas artes plásticas ou performativas, o corpo aparece representado de inúmeras formas, funcionando, ora instrumento ora como inspiração.
No teatro, o actor executa «acções físicas» para dar realidade concreta à sua personagem. O corpo funciona como um sistema interactivo que torna possível a comunicação de uma realidade virtual aos espectadores, visto que não é a realidade da vida, mas a de um universo imaginário. O corpo todo pensa/age com uma qualidade de energia diferente da energia utilizada no dia-a-dia, sendo a inteligência cénica do actor a sua vitalidade, a sua acção, a sua energia. Durante uma peça de teatro, tudo o que é expresso interiormente é reflectido do «bios do actor». O pensamento segue a natureza da personagem, e em função de um longo treino, o corpo flui livremente, com rapidez e de forma ordenada.
Na dança, na sua forma mais simples, o corpo é um meio de expressão natural - através do movimento se comunicam as emoções. O homem, tal como os animais, começou a comunicar-se pela dança instintivamente para celebrar fases da vida: o nascimento, a puberdade, a morte. É curioso perceber a diferença de linguagens entre o Ocidente e o Oriente. No ocidente evidencia-se os pés, no Oriente as mãos. Na dança do templos da Índia, há pelo menos 4000 mudras (posições das mãos), o bailarino indiano tem de controlar o movimento de cada dedo, independentemente dos outros. Enquanto que o bailarino de ballet ocidental dedica-se especialmente aos pés, ele tem de ser capaz de elevar os pés em suspensão e de executar com eles movimentos enquanto está no ar. Utiliza os pés como base de equilíbrio e sustentação e como instrumento de propulsão - actuam no lançamento do corpo para o ar e servem como suporte amortecedor no chão.Os estudos sobre o corpo humano mostram que o grau de movimento que um corpo é capaz depende da sua forma, do comprimento das cartilagens da flexibilidade e da força dos músculos e que, quando se movimenta, cada indivíduo possui uma qualidade musical de ritmo diferente - o que nas artes é estudado para criação expressiva de modelos, figuras ou personagens.